Entre Voltaire e Falcão.

O que eu acho é apenas o que eu acho….


Simples assim e nada mais do que isso! 


Ao externar meu pensamento, digo coisas que penso, gosto e na verdade, apenas a minha visão do mundo e das coisas. Não quero resumir-me em falar de música apesar de ter feito apenas isso e hoje quebro a regra. Hoje filosofo um pouco sobre o egoísmo arraigado em nosso ser, que de uma sutil forma nos torna arrogantes o suficiente para acharmos que a nossa opinião é a verdade. Ora, se posso não concordar com você, tenho que no mínimo respeitar a sua opinião e  não querer subjugar a minha opinião sobre a sua, caso contrário, seria justo você querer que a sua opinião se estabelecesse sobre a minha.



“Não concordo com o que dizes, mas defendo até a morte o direito de o dizeres” (Voltaire)

Muito fácil ficar satisfeito quando alguém concorda com o que falei, diz que eu escrevo bem, ou mesmo que o que eu digo é importante, mas sendo bem sincero, chover no molhado é fácil. Essa postura definitivamente não é a minha.Acredito que um terreno onde não exista uma divergência de idéias é um terreno onde o novo não tem lugar, ou uma velocidade quase pífia. Gosto do novo. Estou certo? Lógico que não, mas estou errado? O que é  o certo?
A única coisa que eu realmente gostaria, era que as pessoas respeitassem as opiniões das outras pessoas. Acredito que isso seria um grandioso passo para o convívio entre as pessoas. 
Se sou palmeirense e você corinthiano? Ok. Gosto de xadrez e você dama?
Ótimo. Se prefiro ler e você ver novela? Sem problemas. Acho que algumas condutas de ética para com as outras pessoas deveriam estar acima de tudo.
Parafraseando outro grande filósofo, aceite as diferenças.
“Ele é viado, mas é meu amigo” (Falcão)
E se você não concorda com uma única palavra do que eu escrevi, você acabou de descobrir por que o título desse blog.

É apenas o que eu acho…

Demetrius Carvalho Written by:

One Comment

  1. dezembro 18, 2009
    Reply

    Olá Demétrius, gostei da abertura,
    para aquilo,que se acha..
    Estamos em pleno século XXI,
    mas tem filosofias atemporais.
    Trago um pensamento do Nietzsche..

    "Conheço a minha sina. Um dia, meu nome será ligado à lembrança de algo tremendo – de uma crise como jamais houve sobre a Terra, da mais profunda colisão de consciência, de uma decisão conjurada contra tudo o que até então foi acreditado, santificado, querido. Eu não sou um homem, sou dinamite." (Nietzsche – Ecce Homo)

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